CONTEXTO
INICIAL
Definição da situação analisada, dos objetivos e das informações já disponíveis.
Não se trata de uma consulta automatizada de bens por CPF ou CNPJ.
Quando pesquisas patrimoniais não são suficientes, a investigação pode aprofundar fatos e relações relevantes para compreender o circuito patrimonial.
Conhecer a Investigação Patrimonial →Reunir fatos, documentos
e registros relevantes.
Relacionar pessoas, empresas,
bens e acontecimentos.
Interpretar o conjunto
de forma estruturada.
INVESTIGAÇÃO PATRIMONIAL
A ausência de bens em nome do devedor nem sempre encerra a análise patrimonial. Fatos, relações e acontecimentos anteriores podem ser relevantes para compreender a situação.
Conheça a Investigação Patrimonial →O método também pode ser aplicado em outros contextos que envolvam estruturas econômicas, empresariais ou patrimoniais de difícil leitura.
COMO A INVESTIGAÇÃO É DESENVOLVIDA
Definição da situação analisada, dos objetivos e das informações já disponíveis.
Levantamento, reunião e estruturação de documentos, registros e elementos relevantes para a investigação.
Desenvolvimento das relações entre fatos, pessoas, empresas, bens e acontecimentos identificados.
Consolidação dos achados, das análises e das conclusões sustentadas pela investigação.
As informações produzidas durante a investigação são organizadas em ambiente próprio, permitindo relacionar documentos, fatos, pessoas, empresas e acontecimentos com rastreabilidade.
Conheça como trabalhamos →Relatório de Investigação
O relatório consolida os elementos relevantes da investigação e apresenta, conforme o caso, cronologias, pessoas e empresas relacionadas, conexões identificadas, estruturas econômicas ou patrimoniais e conclusões sustentadas pelos achados.
Organização objetiva dos elementos relevantes para o caso.
Apresentação das conexões encontradas durante a análise.
Conclusões sustentadas pelos elementos identificados ao longo da investigação.
O MICP surgiu da experiência prática em situações de cobrança, recuperação de crédito e análise patrimonial.
Conheça a origem do método →